Home Data de criação : 08/10/20 Última atualização : 09/01/07 20:36 / 12 Artigos publicados
 

Bob Esponja Calça Quadrada  (HUMOR E MÚSICA) escrito em quarta 07 janeiro 2009 20:36

O criador de Bob Esponja Stephen é formado em ciências e biologia marinha, o que explica o tema do desenho, ele também é formado em desenho artístico.
Stephen queria fazer um desenho falando dos animais marinhos, como caranguejos, lulas, estrela-do-mar e claro esponjas! Ele começou com esponjas redondas, mas logo descobriu como as esponjas quadradas poderiam ser engraçadas, com calças quadradas e gravata. Este então foi chamado de "Spongeboy", mas ja havia outro personagem com esse nome, e tiveram que rebatizá-lo como "Spongebob", eles odiaram a idéia...mas pensaram que poderia ser engraçado! No dia 22 abril de 99, depois do 12th Annual Kid's Choice Awards na Nickelodeon, bob esponja bateu recordes de audiência pela 1 vez no ar com o episódio piloto "Help Wanted/Tea at the Treedome". Mas oficialmente dia 17 de julho com o 2 episódio "Bubblestand/Ripped Pants" o desenho cresceu como fenômeno, tornando-se n°1 da Nickelodeon.

História do Desenho

No fundo do oceano pacífico, na cidade da Fenda do Bikini, vive um morador ilustre chamado Bob Esponja Calça Quadrada.
Bob Esponja vive num abacaxi com seu animal de estimação Gary(um caracol). Bob ama seu trabalho de cozinheiro na lanchonete o Siri Cascudo. Ele tem sérios problemas com direção e com isso continua a frequentar as aulas de direção da Senhorita Puff, o que a deixa completamente maluca. Patrick Estrela é seu melhor amigo, juntos eles vivem as maiores aventuras pela Fenda do Bikini. Lula Molusco é seu vizinho mau-humorado, por mais que ele diga que odeia o Bob Esponja, sabemos que não é verdade. Sandy Bochecha é um esquilo que vive no mar, ela é amiga do Bob Esponja e do Patrick.
Na Fenda do Bikini um dos melhores passa tempo são: fazer bolhas, caçar água-viva e comer o melhor lanche de todos os tempos, o hambúrguer de siri. O hambúrguer de Siri é um dos pratos preferidos dos moradores da Fenda do Bikini, o mesmo é vendido na lanchonete o Siri Cascudo, o Sr. Siriguejo é o dono da lanchonete, ele é um sujeito um tanto pão duro, porem tem bom coração, seu inimigo se chama-se Plankton, ele vive tentando roubar a formula secreta do hambúrguer de Siri, para vende-lo em seu restaurante chamado Balde de Lixo.

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Passarinho cantando Scorpions  (HUMOR E MÚSICA) escrito em quarta 24 dezembro 2008 18:10

É mesmo um barato!

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Metade - Oswaldo Montenegro  (RESPIRANDO MUSICA) escrito em sexta 19 dezembro 2008 22:01

 

Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio.

Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.

Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.

Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.

Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que eu penso e a outra metade é um vulcão.

Que o medo da solidão se afaste, que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.

Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
Mas a outra metade eu não sei.

Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.

Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é a platéia
A outra metade é a canção.

E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.

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A Canção das Metades  (RESPIRANDO MUSICA) escrito em terça 09 dezembro 2008 20:58

Creio já ter atravessado a metade ou o meio desta vida flutuante onde o vasto vazio é soberano. Meio..., metade..., pequenas palavras tão cheias de significados ocultos. Nesta vida em que alternamos sofrimentos e alegrias em doses homogêneas, de que nos adianta tentar provar das alegrias ou tristezas, além das que podemos ter. A metade da vida é a melhor fase, o período mais interessante que alguém pode querer chegar. Aquele que sabe andar vigilante, devagar, calmo e sem pressa, obterá um vasto mundo entre o céu e a terra. Moro há meia distância entre a montanhas e o mar. Sou meio intelectual e meio desligado, meio elegante porem desarrumado. Vivo em meio aos que tem posses, mas dirijo meus parcos esforços para o bem do povo simples e carente. Minha sua casa é adornada, porém meio simples. Não é pequena nem grande demais e, apesar de possuir bons móveis, parece meio nua e vazia. Minhas refeições são triviais, simples, mas bem elaboradas por uma nutricionista. Tenho uma empregada evangélica, que compreende o Zen mais que muitos praticantes que conheço, não é astuta nem muito estúpida. Fala com alguma propriedade e sempre que pode e, finge que entendeu o que não tem a menor idéia do que seja. Casei com mulher não muito feia nem bela em excesso, que não gasta muito nem é excessivamente econômica, que usa sapatos altos, mas só para sair, nunca em casa. Seguindo assim minha vida, sinto que sou meio Budha meio homem, não sendo nada completo, nem faltando muita coisa, sou bom pai e esposo razoável. Praticante sincero e meio desapegado. A metade do que sou entrego ao Budha, a outra metade deixo para quem quiser (*). Meio pensando no que seria o correto a ser feito, meio preocupado em como pagar as contas que teimam em crescer, meio pensando em prover para a posteridade e, meio tentando responder e corresponder a quem de mim solicita. Não muito feio, nem belo em demasia, não muito alto nem baixo demais, nem forte nem fraco, nem magro nem gordo, nem pobre nem rico, nem isso nem aquilo. Pois, é melhor bebedor quem só meio ébrio fica. A flor a se entreabrir mais linda se revela. Mais firme é o navegar do barco à meia vela. Melhor trota o cavalo de rédeas meio presas. Melhor se senta em zazen quem não tenta impressionar com sua postura perfeitamente ereta. Melhor é comer um pavê sem culpa, porém só meio pedaço. Mais bonito que olhar o dia ou a noite e vê-lo nascer e se pôr. Melhor que ver o mestre partindo é saber que já voltou. Quem tem meios demais sofre de muita ansiedade. Quem não os tem, deles precisa. Como a vida se faz de doçura e amargor de alegrias e tristezas, de amor e desamor, de sim e de não, quem só a metade experimenta e prova é mais inteligente e sábio. Getulio Taigen (*) A Monja Coen ao ler esse texto, me escreveu dizendo que entregar somente a metade de mim para Budha era muito pouco, que sendo Budha o mesmo que o “todo” e a representação da iluminação inerente a cada um de nós, devíamos nos entregar todo para ele, devíamos dar o famoso passo a frente, mesmo estando no alto de um mastro de 35 metros de altura e, nada de nós podemos deixar para quem quer que fosse pois se somos o conjunto agregado de todas as partes do universo e, se tudo que se agrega acaba se desagregando, como poderíamos faze-lo. Mesmo assim entendi de deixar como estava, apenas fazendo essa pequena resalva. Getulio Taigen

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Confira os vencedores Brasileiros do Grammy!  (RESPIRANDO MUSICA) escrito em sábado 15 novembro 2008 20:00

Vanessa da Mata confirmou as expectativas e levou o prêmios de melhor "Álbum Contemporâneo Brasileiro" com seu disco "Sim". Concorreram ao prêmio artistas solos e duplas.

O "Melhor Álbum de Música Popular Brasileira", no entanto, ficou com Seu Jorge, premiado graças a seu trabalho em "América Brasil, O Disco".

Paulinho da Viola e Maria Rita dividiram o mesmo prêmio. Graças a seu "Acústico MTV", o veterano levou o de melhor "Álbum de Samba/Pagode", enquanto "Samba Seu", de Maria Rita, levou o mesmo troféu. Já o melhor "Álbum de Rock Brasileiro" foi entregue ao CPM 22, com seu "Cidade Cinza".

Já as duplas sertanejas abocanharam duas estatuetas. O de melhor "Álbum de Música Romântica" ficou com a dupla César Menotti & Fabiano, enquanto Chitãozinho e Xororó levam o de melhor "Álbum de Música Tradicional Regional ou de Raízes Brasileiras", com "Grandes Clássicos Sertanejos Acústico I".

Elba Ramalho também carregou uma estatueta: ela ficou com melhor "Álbum de Música Contemporânea Regional ou de Raízes Brasileiras" com seu "Qual O Assunto Que Mais Lhe Interessa?".

"Som Da Chuva", da cantora góspel Soraya Moraes, levou dois prêmios. Ela ficou com os melhores álbuns de "Música Cristã em Língua Espanhola" e de "Música Cristã em Língua Espanhola".

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